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Maria é Mãe de Deus?

Maria é Mãe de Deus?

 


    A Igreja Católica deu centenas de títulos a Maria mãe de Jesus. De todos eles, Mãe de Deus é um dos mais comuns. O título de Mãe de Deus parece lógico quando se considera que Jesus é Deus e Maria deu à luz a ele. Em outras palavras, a partir da perspectiva de um católico, um silogismo pode ser erguido com a seguinte relação para provar que ela é Mãe de Deus:


Jesus é Deus. 
Maria é a mãe de Jesus. 
Portanto, Maria é a Mãe de Deus.


Antes de analisar esse raciocinio falho do catolicismo, é importante lembrar a quem venha discordar do que eu direi a frente, que, não nego que Jesus é Deus, mas sabemos que ele também é homem, e é essa parte que os católicos omitem para sustentar uma maternidade divina em Maria.


Na época em que esse termo " Mãe de Deus" foi usado pelo Concilio de Éfeso em 431.dc, o objetivo era combater a heresia sustentada por Nestório, Patriarca de Constantinopla. Este patriarca supostamente, negava que Cristo tem duas naturezas, uma humana e uma divina. O catolicismo hoje, comete o equivoco oposto...tenta enfatizar mais a humanidade de Cristo para se divinizar Maria.

Essa expressão "Mãe de Deus"  que se originou no Concílio de Éfeso, no ano 431 d.C, ocorre no Credo de Calcedônia, que foi aprovada em 451 d.C.

A fim de tentar resolver os problemas levantados pelas controvérsias sobre a pessoa de Cristo, um grande concilio eclesiástico foi convocado para se reunir na cidade de Calcedônia, próxima de Constantinopla (ou a moderna Istambul), de 8 de outubro a 10 de novembro, em 451 d.C. A afirmação resultante, chamada Definição de Calcedônia, posicionou-se contra:

o apolinarismo( diz que Cristo possuía um corpo humano, mas não uma mente humana ou espírito humano),,

o nestorianismo(ensinava a existência de duas pessoas separadas em Cristo, uma humana e uma divina),,

e o eutiquismo(idéia de que Cristo possuía uma só natureza, tendo a natureza divina, absorvido a natureza humana).

Contra essas heresias, a Definição de Calcedônia se posicionou contra e é considerada a definição padrão da ortodoxia do ensino bíblico sobre a pessoa de Cristo desde aquela época por todos os grandes ramos do cristianismo: o catolicismo, o protestantismo e a ortodoxia oriental.

Assim disse o Concílio de Calcedônia:

[Fiéis aos santos pais, todos nós, perfeitamente unânimes, ensinamos que se deve confessar um só e mesmo Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, perfeito quanto à divindade e perfeito quanto à humanidade, verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem, constando de alma racional e de corpo; consubstancial [homoousios] ao Pai, segundo a divindade, e consubstancial a nós, segundo a humanidade; “em todas as coisas semelhante a nós, excetuando o pecado”, gerado, segundo a divindade, antes dos séculos pelo Pai e, segundo a humanidade, por nós e para nossa salvação, gerado da Virgem Maria, mãe de Deus [TheotóKos] . Um só e mesmo Cristo, Filho, Senhor, Unigênito, que se deve confessar, em duas naturezas, inconfundíveis e imutáveis, conseparáveis e indivisíveis. A distinção de naturezas de modo algum é anulada pela união, mas, pelo contrário, as propriedades de cada natureza permanecem intactas, concorrendo para formar uma só pessoa e subsistência (hypostasis) ; não dividido ou separado em duas pessoas, mas um só e mesmo Filho Unigênito, Deus Verbo, Jesus Cristo Senhor, conforme os profetas outrora a seu respeito testemunharam, e o mesmo Jesus Cristo nos ensinou e o credo dos padres nos transmitiu.](“Definição de Calcedônia”- 451).

 O objetivo desta declaração foi originalmente destinado a enfatizar a divindade de Cristo, diante do ensinamento das heresias já citadas, principalmente a de Nestório, Patriarca de Constantinopla, cujos ensinamentos negavam a natureza dupla de Cristo, afirmando que Jesus nascido de Maria, era apenas um homem que foi, então, habitado por Deus [duas pessoas separadas em Cristo, uma humana e uma divina], ensino distinto da visão bíblica de que Jesus era somente uma pessoa..(pensam assim também adeptos do espiritismo e da nova era, que afirmam que Jesus foi uma pessoas que apenas recebeu o Cristo).....portanto o título de "Mãe de Deus" foi usado originalmente para combater essas falsas doutrinas enfatizando a Cristo como divino, mas também humano.

Contra o pensamento de Apolinário de que Cristo não teve uma mente humana ou alma, temos a afirmação de que ele era “verdadeiramente homem, constando de uma alma racional e de corpo [...] consubstancial a nós, segundo a humanidade; em todas as coisas semelhante a nós...”.

Em oposição ao pensamento do nestorianismo de que Cristo era duas pessoas unidas em um corpo, temos as palavras “inconfundíveis e imutáveis.., concorrendo para formar uma só pessoa e subsistência (hypostasis) ; não dividido ou separado em duas pessoas”.

Contra o pensamento do eutiquismo de que Cristo tinha somente uma natureza e que sua natureza humana perdeu-se na união com a natureza divina, temos as palavras “em duas naturezas, inconfundíveis e imutáveis, conseparáveis e indivisíveis. A distinção de naturezas de modo algum é anulada pela união, mas, pelo contrário, as propriedades de cada natureza permanecem intactas”. As naturezas divina e humana não foram alteradas quando Cristo se tornou homem, mas a natureza humana permaneceu verdadeiramente humana, e a natureza divina permaneceu verdadeiramente divina.

Porém a doutrina definida no concilio de Calcedônia, agora tem sido usada pelo catolicismo, para  enfatizar mais a pessoa de Maria, em vez de a divindade de Jesus como Deus encarnado. Maria certamente não deu à luz a Deus, ela não deu à luz a divindade de Cristo. Maria só deu à luz a humanidade de Jesus. A única coisa que Jesus recebeu de Maria foi um corpo. Todo ser humano tem recebido uma natureza pecaminosa de seus pais com uma exceção: Jesus não era só humano. Ele é Deus, divino em um corpo de carne. Isto é o que Maria deu à luz. Leia Hebreus 10. 5 e Filipenses 2. 5-11.

Combinação de textos específicos sobre a divindade e a humanidade de Cristo foram analisadas a luz do Novo Testamento para certas questões e à medida que a igreja lutava para entender esses ensinos, finalmente apareceu a Definição de Calcedônia, que falava das duas naturezas distintas em Cristo que retêm suas propriedades características e que, todavia, permanecem juntas em uma só pessoa. Essa distinção é que nos ajuda em nosso entendimento das passagens bíblicas que levantam questões do tipo: Como poderia Jesus ser onipotente e, todavia, fraco? Como poderia deixar o mundo e, ainda assim, estar presente em toda a parte? Como poderia aprender coisas e, no entanto, ser onisciente? e também..como ele pode ser Deus e ao mesmo tempo filho de Maria?


Por exemplo, quando falamos a respeito da natureza humana de Jesus, podemos dizer que ele ascendeu ao céu e não mais está no mundo (Jo 16.28; 17.11; At 1.9-11). Mas, com respeito à sua natureza divina, podemos dizer que Jesus está presente em toda parte: “Pois onde se reunirem dois ou três em meu nome, ali eu estou no meio deles” (Mt 18.20). “E eu estarei sempre com vocês, até afim dos tempos” (Mt 28.20).”Se alguém me ama, obedecerá à minha palavra. Meu Pai o amará, nós viremos a ele e faremos morada nele” (Jo 14.23). Assim, podemos dizer que ambas as coisas são verdadeiras a respeito da pessoa de Cristo — ele retornou ao céu e esta presente conosco.

Semelhantemente, podemos dizer que Jesus tinha 30 anos de idade (Lc 3.23) se falamos de sua natureza humana, mas que ele existia eternamente (Jo 1.1,2; 8.58) se estamos falando de sua natureza divina.
Segundo a natureza humana Jesus era fraco e se cansava (Mt .1.2; 8.24; Mc 15.2 1; Jo 4.6), mas em sua natureza divina ele era onipotente (Mt 8.26,27; Cl 1.17; Hb 1.3). Particularmente notável é a cena do mar da Galiléia, quando Jesus estava dormindo na popa do barco, presumivelmente porque estava cansado (Mt 8.24). Mas acordou do seu sono e acalmou o vento e o mar apenas com uma palavra (Mt 8.26,27)! Cansado e, todavia, onipotente! Aqui a fraqueza da natureza humana de Jesus encobriu completamente sua onipotência até que a onipotência surgiu com a palavra soberana de quem é Senhor do céu e da terra.

De modo semelhante, podemos entender que, em sua natureza humana, Jesus morreu (Lc 23.46; lCo 15.3). Já com respeito à natureza divina, ele nunca  morre, mas é capaz de ressurgir dos mortos (Jo 2.19; 10.17,18; Hb 7.16). Todavia, aqui devemos fazer uma observação cautelosa: é verdade que, quando Jesus morreu, o seu corpo físico morreu e sua alma humana (ou espírito) foi separada do corpo, indo para a presença de Deus Pai no céu (Lc 23.43,46). Desse modo ele experimentou a morte que é igual àquela que nós, como crentes, experimentaremos se morrermos antes de Cristo retornar. >>>Não é correto dizer que a natureza humana de Jesus morreu, ou que poderia morrer, se “morrer” significa a cessação de atividade,e a cessação de consciência ou a diminuição de poder. Não obstante, em virtude da união com a natureza humana, a natureza divina de Jesus de certa forma provou alguma coisa que acontece quando se morre. A pessoa de Cristo experimentou a morte. Alem do mais, parece difícil entender como a natureza humana de Jesus poderia sozinha ter suportado a ira de Deus por causa dos pecados de milhões de pessoas. Parece que a natureza divina de Jesus teve alguma participação em suportar a ira divina contra o pecado que era devido a nós (embora a Escritura em nenhum lugar afirme explicitamente isso). Portanto muito embora a natureza divina de Cristo não tenha realmente morrido, Jesus atravessou a experiência da morte como uma pessoa total, e tanto a natureza humana como a divina de algum modo partilharam dessa experiência. Além disto, a Escritura não nos capacita a dizer mais nada.


O fato de que o Filho de Deus infinito, onipotente e eterno tornou-se homem e juntou-se à natureza humana para sempre, de modo que o Deus infinito se tornou uma pessoa com a natureza finita do homem, permanecerá pela eternidade o mais profundo milagre e o mistério mais impenetrável de todo o universo. E com toda certeza, afimo que a natureza divina de Jesus existe desde antes, na eternidade, e isso não pode ser dito de Maria, Jesus nunca a chamou de "mãe".

Dizer que Deus tem uma mãe, seria divinizar Maria e humanizar Jesus. Os católicos ao afirmarem que Maria é mãe de Deus, tornam a  ela, como mais poderosa e com maior autoridade que Cristo.

 Ouça a esta declaração de Roma: "Ele veio até nós por meio de Maria, e devemos ir a Ele através dela." A Bíblia diz claramente que Deus é o Criador de todas as coisas. É um ataque blasfemo sobre a eternidade de Deus ensinar que Ele tem uma mãe. Maria teve outros filhos, que eram, físicos seres humanos normais, pecaminosos. No caso de Jesus Cristo, "Sua natureza humana não tinha pai e sua natureza divina não tinha mãe."(se tiver duvida, caso você seja um católico, sugiro que releia a parte onde se fala sobre a natureza humana e a divina de Cristo).

Uma mulher, é mãe só do que se origina dentro de seu ventre. A segunda pessoa da Santíssima Trindade não se originou no ventre da Virgem Maria. Ele é sem começo - sempre existiu - e não tem mãe.

   A virgem Maria deu à luz o Cristo, e por isso com razão é chamada Maria Christotokos (doadora ou portadora do nascimento de Cristo). O Cristo presente no ventre da Virgem Maria é o unigênito do Pai, o Logos pré-existente, mas o ventre da virgem não vão nutrir ou gerar a divindade de Cristo, mas somente a Sua humanidade.

 Cristo é verdadeiro Deus e verdadeiro homem, mas Maria é Mãe apenas da humanidade de Cristo, não a Sua divindade. A humanidade de Cristo foi gerada no ventre da virgem Maria, mas a Sua divindade não tem a sua origem no ventre de Maria, nem foi desenvolvido no ventre de Maria, o menino Jesus no ventre de Maria cresceu em idade, estatura e graça diante de Deus e dos homens (Lucas 5:52), de modo que, obviamente, não era a divindade de Cristo, mas a humanidade de Cristo.


   Portanto é falso o silogismo feito pelo catolicismo para afirmar que Maria é mãe de Deus: Jesus é Deus > Maria é a mãe de Jesus. > Portanto, Maria é a Mãe de Deus. Falso, porque omite que Jesus é tanto Deus quanto homem, não tendo pai a sua natureza humana e nem mãe a sua natureza divina.


Que Jesus tem duas naturezas - uma criada e uma eterna - unidas em uma única pessoa, isso é inegavel. Que apenas uma dessas duas naturezas foi  originada no ventre de Maria também é incontestável. Enquanto Jesus é claramente uma pessoa com duas naturezas, sabemos que Jesus, em Sua humanidade é o Filho de Maria e de sua divindade é o Filho do Pai Celestial. É o homem Jesus o Cristo (Ungido) que nasce da mulher.

Sobre isso, o famoso teologo e escritor cristão da era patristica, o Patriarca Gregório Nazianzeno (329 - 389 d.C), que é conhecido como o Teologo trinitariano e considerado como doutor em teologia tanto pela igreja romana como pelas igrejas ortodoxas, disse acertadamente: Em sua natureza humana, ele não tem pai, em sua natureza divina, ele não tem mãe. "

Sobre isso, também o importante documento intitulado Tomo de Leão declara: "o Senhor tomou da mãe a natureza, não a culpa". O Papa Leão, (440-461), acreditava que Maria deu a Jesus a natureza humana e não cria na Imaculada Concepção de Maria, já que ele acertadamente diz que o Filho não herdou a culpa da mãe.

 

Ambrosio bispo de Milão, um dos maiores doutores da Igreja e precursor de Agostinho nos diz que:  "Se admitirmos sua geração a partir do Pai, então vamos também admitir o nascimento de Maria, para que a nossa fé possa ser completa. Qual foi o motivo da Encarnação? Tem que ser esta: a carne que tinha pecado teve que ser resgatado pela mesma carne ". Agostinho completa dizendo: "Quanto a Maria, ela cumpriu a vontade do Pai, desta forma, enquanto FISICAMENTE, era apenas a mãe de Cristo".

 

Ou seja, o nascimento virginal tornou possível a união da plena divindade com a plena humanidade em uma só pessoa. Esse foi o meio que Deus usou para enviar seu Filho (Jo 3.16; Gl 4.4) ao mundo como homem. Se pensarmos por um momento em outros modos possíveis pelos quais Cristo poderia ter vindo ao mundo, nenhum deles seria claramente a união entre divindade e humanidade em uma pessoa. Provavelmente teria sido possível Deus criar Jesus como ser humano completo no céu e enviá-lo do céu para a terra sem o recurso de qualquer progenitor humano. Mas assim seria muito difícil vermos como Jesus poderia ser plenamente humano como nós somos. Por outro lado, provavelmente também teria sido possível Deus enviar Jesus ao mundo com dois pais humanos, tanto o pai como a mãe, e fazer unir miraculosamente sua plena natureza divina à natureza humana em algum ponto, bem no começo de sua vida. Mas assim seria difícil entendermos como Jesus poderia ser plenamente Deus, já que sua origem seria igual a nossa em cada detalhe. Quando pensamos nessas duas outras possibilidades, isso nos ajuda a entender como Deus, em sua sabedoria, ordenou a combinação da influência humana e divina no nascimento de Cristo, de forma que sua plena humanidade seria evidente a partir de seu nascimento humano comum procedente de uma mãe humana, e a sua plena divindade seria evidente a partir do fato de sua concepção no ventre de Maria pela obra poderosa do Espírito Santo.


O nascimento virginal também torna possível a verdadeira humanidade de Cristo sem o pecado herdado. Como já observamos na bíblia, todos os seres humanos herdaram do primeiro pai, Adão, a culpa legal e a corrupção da natureza moral. Mas o fato de que Jesus não teve um pai humano significa que a linha de descendência de Adão é parcialmente interrompida. Jesus não descendeu de Adão exatamente da mesma forma que quaisquer outros seres humanos descenderam de Adão. Isso nos ajuda a entender por que a culpa legal e a corrupção moral que pertencem a todos os outros seres humanos não pertencem a Cristo.

Mas por que Jesus não herdou a natureza pecaminosa de Maria?

A Igreja Católica Romana responde a essa pergunta dizendo que a própria Maria foi livre do pecado, mas a Escritura em nenhum lugar ensina tal doutrina, que aliás não resolveria o problema de forma alguma (pois por que, então, Maria não teria herdado o pecado de sua mãe?). Uma solução melhor é dizer que a obra do Espírito Santo em Maria deve ter evitado não somente a transmissão do pecado de José (por Jesus não ter tido um pai humano), mas também, de modo miraculoso, a transmissão do pecado de Maria: “O Espírito Santo virá sobre você [...] Assim, aquele que há de nascer será chamado Santo, Filho de Deus” (Lc 1.35).

 

Então, há problemas irreconciliáveis ​​com o título dado a Maria como Mãe de Deus. Se Maria é a Mãe de Deus, então como ele poderia ter existido antes de sua mãe? Impossível. Jesus sempre foi Deus desde o início que se tornou homem, quando nasceu em Belém. Jesus só tem sua humanidade de Maria e, portanto, ela não pode ser rotulada corretamente  como Mãe de Deus. O referido silogismo no inicio desse artigo usado pelo catolicismo é um erro. Se ele fosse correto, teriamos de adimitir que José é o padrasto de Deus, sendo ele padrasto de Jesus e Jesus Deus, ou ainda adimitir que Deus tenha um primo, João Batista, ou até uma avó e uma tia o que seria loucura total só tolerada no paganismo.

Conclusão: Jesus Cristo, o homem é o filho de Maria. A Segunda Pessoa da Santíssima Trindade é o seu Deus, e não seu filho, pois ele não se originou em seu ventre.

O que estava em jogo no Concílio de Éfeso não era se Maria deveria ser chamada de mãe de Deus ou não, mas se o Filho nascido dela possuía apenas a natureza humana ou as duas naturezas: a humana e a divina.

Provavelmente não é coincidência que esta doutrina falsa circundante sobre Maria ser Mãe de Deus, tenha nascido em Éfeso. Por favor, leia Atos 19. 11-41 e veja que Éfeso tinha um problema com o culto da deusa. Seu nome era Diana, para os gregos... Artemis. Você não vai ter que estudar muito para encontrar as semelhanças entre a deusa Diana e a Maria inventada pelo catolicismo. Deve notar-se que a Maria do primeiro século e a Maria do século 21 não são as mesmas.

 Maria do século I era a virgem que deu à luz o Messias. Maria do século 21 é uma deusa criada pela Igreja Católica Romana. Uma simples comparação entre o que a Bíblia ensina sobre Maria e o que a Igreja Católica Romana ensina sobre ela vai revelar duas Marias diferente. 

Maria não é a "Mãe de Deus". Se ela fosse, ela seria DEUS! Existe apenas uma verdade, Deus eterno. Ele não nasceu de uma mulher. Qualquer ensinamento sobre qualquer assunto deve ser apoiado pela palavra de Deus. Se ele não pode ser apoiado pelas Escrituras, então, é um falso ensinamento, uma falsa doutrina.