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O ADVENTISMO DO 7º DIA É UMA SEITA?

O ADVENTISMO DO 7º DIA É UMA SEITA?


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                                            A Seita Adventista 


O Adventismo satisfaz várias das exigências que uma organização religiosa precisa satisfazer para caracterizar-se como seita.

Certamente isto já está claro ao caro leitor,  informamos aqui exibindo provas, que o Adventismo faz de questões banais, como comida e dia santo, motivo de salvação ou perdição.

Mostramos ainda que esse fanatismo não é um ato isolado, já que se trata da postura da pioneira Ellen White, bem como dos atuais chefões, incluindo expoentes dessa seita, como os senhores Alejandro Bullón, Lourenço Gonzalez, Floriano Xavier... E, como sabemos, isso é mais que suficiente para descaracterizá-lo como uma igreja genuinamente cristã.

Contudo, visto ser importante que o leitor disponha de todos os dados que provam que o Adventismo é seita, abordaremos aqui  exclusivamente as heresias de perdição, isto é, as doutrinas adventistas que conduzem ao inferno.

Vamos, pois, aos fatos abaixo, visto que contra fatos não há argumento.

O Adventismo Tropeça na Bíblia

 

Na Revista Adventista de fevereiro de 1.984, página 84, podemos ler o que se segue: “Cremos que... Ellen White foi inspirada pelo Espírito Santo e seus escritos, o produto dessa inspiração, têm aplicação e autoridade especial para os adventistas do sétimo dia. Negamos que a qualidade ou grau de inspiração de Ellen White sejam diferentes dos encontrados nas Escrituras Sagradas”.

À luz de Ap. 22.18-19, os adventistas necessitam se retratar, se não querem ser condenados. Os adventistas às vezes se “defendem” da acusação acima, citando suas obras, nas quais os escritos de Ellen White são, às vezes, chamados de LUZ MENOR e a Bíblia de LUZ MAIOR [1]. Porém, esse “escudo”, muito longe de inocentá-los, expõe com naturalidade que são sutis e contraditórios. Sim, porque se os livros de Ellen White têm o mesmo peso da Bíblia, não são luz menor; e, se são uma luz menor, então não são tão inspirados quanto a Bíblia e, desse modo, fica difícil sabermos em que crêem os adventistas.

Afinal de contas, os escritos de Ellen White são ou não são do mesmo peso da Bíblia?

Essa confusão não se dá por acaso; trata-se de um recurso satânico para que o dito fique pelo não dito e a arapuca do Diabo funcione. Oxalá o caro leitor não seja a próxima vítima! E, se você já é vítima desse engodo, que se liberte pelo conhecimento da verdade (Jo. 8.32; Hb. 4.12).

 

Um medalhão adventista (Ph.D.) tentou defender o Adventismo, alegando que “se porventura algum adventista usa os escritos de Ellen White como um substituto à Bíblia, ele...não representa devidamente a posição de sua denominação...”(Revista Adventista de junho/2002, página 10).

Mas esse argumento só teria sentido se o Adventismo estivesse sendo acusado de não crer na Bíblia. Os adventistas não estão sendo acusados de porem os livros de Ellen White acima da Bíblia, ou em substituição a esta.

A acusação que pesa contra eles é outra. Defendam-se eles, se puderem fazê-lo, do crime de que são acusados, e não venham com evasivas. Acusamos o Adventismo de pôr os escritos de Ellen White em pé de igualdade com a Bíblia, e é disso que eles têm que se defenderem, caso se sintam caluniados.

Agir de outra maneira é desconversar. Ora, o fato de os chefões do Adventismo apelar para subterfúgio diante da acusação em questão, constitui prova cabal de que eles, além de reconhecerem que verdadeiramente têm culpa no cartório, não são suficientemente humildes para confessarem que falharam e pedir perdão a Deus, bem como às pessoas que foram intoxicadas com suas parras bravas.

Podemos considerar como evangélicos os que não fazem da Bíblia a sua única regra de fé e vida?


O Adventismo Tropeça em Cristo

Diz que Jesus é Miguel

 

Os adventistas afirmam que Jesus é o arcanjo Miguel [2]; mas, segundo a Bíblia, Miguel éum dos primeiros príncipes (Dn. 10.13). Ora, sendo o Senhor Jesus Cristo a segunda pessoa da Trindade (o que os adventistas,embora incoerentemente, não negam), Ele é plenamente Divino, e, portanto, ímpar. E, se Ele é ímpar, Ele é “o” e não “um dos”. Portanto, Ele não é Miguel, pois, como já vimos, Miguel é apenas “um dos...”.

 

        O fato de Jesus ter autoridade sobre o Diabo e os demônios (Mc. 16.17; Mt. 4.10; Lc. 10.17), mas Miguel ter-se escudado no Senhor, quando de seu confronto com Satanás (Jd. 9), exemplifica a disparidade que há entre os dois (Jesus e Miguel), o que prova claramente que são distintos e diferentes.

 

    Se o Arcanjo Miguel é um dos primeiros príncipes, há outros iguais a ele. Logo, das duas uma: Ou Miguel é Jesus e este não é singular; ou Jesus é singular, e não pode, portanto, ser confundido com Miguel.

 

        Confundir Jesus com o arcanjo Miguel é perigosíssimo, pois implica em crer que Jesus é o que a Bíblia diz deste arcanjo. Como já vimos, Miguel não é singular. Ora, não crer na singularidade de Cristo, obviamente interfere na salvação. Sim, pois certamente, quem confunde Jesus com Miguel, ainda não conhece o Senhor. E é esta a triste sorte dos adventistas. Assim pensamos porque é lógico que a crença de que Jesus é o arcanjo Miguel, implica na negação da singularidade de Cristo, à luz de Dn. 10.13. Logo, essa heresia conduz ao inferno.

 

        Se os adventistas não querem ser incoerentes, ao pregarem que Jesus é Miguel, precisam admitir que Jesus não é ímpar, mas apenas mais um, já que Dn. 10.13 diz claramente que Miguel assim é.

E aí perguntamos: Podemos considerar como cristãos, os que negam a singularidade de Cristo? Os adventistas dirão que eles não o fazem, porém, como eles conseguem crer que Miguel é Jesus e que Jesus é singular, se a Bíblia diz que Miguel é apenas um dos primeiros príncipes?

 

      A errônea crença de que Jesus é Miguel, pregada pelos adventistas, foi ensinada também pela senhora Ellen White. São dela estas palavras:

”Moisés passou pela morte, mas Cristo desceu e lhe deu vida antes que seu corpo visse a corrupção. Satanás procurou reter o corpo, pretendendo-o como seu; mas Miguel ressuscitou Moisés e levou-o ao Céu....Satanás maldisse amargamente a Deus, acusando-o de injusto por permitir que sua presa lhe fosse tirada; Cristo, porém, não repreendeu a seu adversário, embora fosse por sua tentação que o servo de Deus houvesse caído. Mansamente remeteu-o a Seu Pai, dizendo: ‘O Senhor te repreenda’ (Primeiros Escritos”, 3ª edição,1988, página 164, grifo nosso).

Aqui a senhora White está expondo o que Deus lhe teria revelado acerca de Judas 9, que nos fala da contenda que se deu entre o arcanjo Miguel e o Diabo. E, como vimos, ela disse sem rodeios que o arcanjo Miguel é o Senhor Jesus.

 

       É fácil raciocinar à base da Bíblia e ver que Jesus não é Miguel.

Mas, como essa heresia é uma das obras da senhora Ellen White, mulher essa de grande prestígio entre os adventistas, fica difícil convencê-los de que isso é heresia. Todavia, o que é difícil ou até mesmo impossível aos homens, é facílimo para Deus. Não desistamos, pois.


Jesus Era Pecador Por Natureza?!

 

Outra doutrina diabólica pregada pelo Adventismo do Sétimo Dia acerca da Augusta Pessoa de Jesus Cristo é que, segundo essa seita, Jesus também herdou a natureza pecaminosa.

Senão, vejamos o veneno que Ellen White e seus discípulos estão espalhando por aí:

 

...Cristo tomou sobre Si as fraquezas da humanidade degenerada...” (O Desejado de Todas as Nações, Ellen G. White, CPB, 37ª edição, página 82).

 

Em sua humanidade, Cristo participou de nossa natureza pecaminosa, caída. De sua parte humana, Cristo herdou exatamente o que herda todo o filho de Adão_uma natureza pecaminosa” (Estudos Bíblicos, CPB, edição de 1979, páginas 140_141).

 

       Agora, compare a aberração acima com a Bíblia e veja quão diferente do “Jesus” adventista, é o Jesus da Bíblia!: “Porque nos convinha tal sumo sacerdote, santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores, e feito e feito mais sublime do que os céus” (Hb7.26). sim, o Adventismo prega outro Jesus (2Co 11.4)

 

       Se Jesus fosse o que os adventistas dizem, Seu sacrifício na cruz não seria substitutivo e, portanto, não teria valor salvífico. Um pecador, ainda que apenas por natureza e, portanto, sem culpas pessoais, não poderia sofrer no lugar dos demais. A justiça Divina exigia que um justo pagasse por nós, e não que um pecador sofresse no lugar dos demais. Se Jesus fosse pecador por natureza, Ele seria condenado juntamente conosco, e não em nosso lugar.

 

       Jesus, além de não ter culpas pessoais, era também isento do pecado original, isto é, Ele não tinha a natureza pecaminosa comum a todos nós. Os adventistas, porém, ensinam diferente.

 

      Certo medalhão adventista se “defendeu” dizendo que nem todos os adventistas pensam assim. Concordamos, mas convenhamos que:

1) O Adventismo do Sétimo Dia prega isso oficialmente;

2) Ellen White ensinava isso;

3) Todo adventista típico reconhece Ellen White como profetisa de Deus, o que implica em reconhecer que o que ela falou de Jesus é a expressão da verdade, e, que portanto, Jesus deve ser o que ela disse dEle;

4) Isso caracteriza o Adventismo como seita;

5) Quem não protesta isso é condizente, visto que quem cala consente.

 


 

O Adventismo é Exclusivista, Proselitista e Sorrateiro

 

 Exclusivista


 

Os “pastores” adventistas Alejandro Bullón e Floriano Xavier dos Santos, este, Presidente da União Brasileira da Igreja Adventista do Sétimo Dia, às páginas 3 e 5, respectivamente, apresentam e prefaciam com elogios o livro intitulado “Assim Diz o Senhor”, o qual, às páginas 323 a 327 afirma sem rodeios que a única Igreja de Cristo, a verdadeira Esposa do Cordeiro, é a que, guardando os Dez Mandamentos, observa a guarda do sábado. E tacha de mentirosas, as igrejas que, destoando disso, alegam ser de Cristo.


 Proselitista 

 

 “Proselitismo” ou “pescaria de aquário” são, numa conceituação particular, jargões evangélicos que designam os que hipocritamente tremulam bandeira evangélica, no intuito de se infiltrar entre nós, a fim de, desse modo, nos conquistar para as suas fileiras. Os adventistas são hábeis pescadores de evangélicos. Logo, são o que chamamos de proselitistas. Senão, vejamos as evidências abaixo:

 

 

 

1ª) Publicam espalhafatosamente em seus periódicos, as “conversões” de evangélicos às suas fileiras, os quais dão os seus “testemunhos”, (ou tristemunhos, como às vezes brinco), dizendo que agora encontraram a verdade [3]. Sim, como os evangélicos vibram ao conquistar uma alma para Jesus, os adventistas vibram quando conseguem arrancar duma igreja evangélica um crente fraco e mal informado. Eles não nos vêem como aliados, mas como um campo missionário, no qual investem com afinco e muito tato.

 

 

 

2ª) O senhor Lourenço Gonzalez, adventista típico, em seu livro supracitado, intitulado “Assim Diz o Senhor”, edição de 1986, afirma no capítulo 26, às páginas 323 a 327, que os evangélicos que não abdicam de café, coca-cola, presunto, mortadela, salame, carne de porco, camarão... e não guardam o sábado, estão no caminho largo que conduz ao inferno, do qual falou Jesus em Mt 7.13.. Neste mesmo capítulo somos aconselhados a sairmos das nossas igrejas para uma igreja que guarde o sábado. Para nos dar esse conselho, o Sr. Lourenço se apóia em Ap 18. 4, que diz: “Sai dela povo meu...”.

 

 

 

3ª) O “pastor” Alejandro Bullón, um dos expoentes dos adventistas, prefaciou o referido livro, esbanjando elogios, o que prova que o senhor Alejandro também pesca no aquário evangélico.

 

 

 

4ª) Este autor vem sendo assediado pelos adventistas desde quando era novo convertido. Temos recebido cartas até da liderança dessa seita, convidando-nos a participarmos de seus “Estudos Bíblicos” a fim de inteirarmos da Mensagem Adventista. Ora, se são evangélicos, então não têm nenhuma novidade para nós; e, se têm algo novo a oferecer-nos, então não são do nosso grupo. É como dizia o ex-Padre Aníbal: “O Diabo não consegue esconder o rabo”.

 

 

 

5ª) Já tivemos que socorrer muitos irmãos em Cristo, especialmente novos convertidos, vítimas de sérias dúvidas que lhes foram inculcadas pelos adventistas.


Sorrateiro

 

Primeira prova:

        Faz parte da estratégia proselitista dos adventistas, dirigir-se às igrejas evangélicas, oferecendo-nos seus livros.

Chegam dizendo que tais obras são neutras, isto é, não entram no mérito das divergências doutrinárias que há entre nós. Pura hipocrisia!

Na obra intitulada As Belas Histórias da Bíblia, volume 1, a guarda do sábado é enfatizada. Além disso, eles “dão” um “brinde”, a saber, um livro, no qual suas heresias são defendidas com ardor.

Por exemplo (embora mordendo e assoprando ao mesmo tempo), no capítulo 33 do livro O Grande Conflito (com o qual, geralmente presenteiam os que compram suas obras “neutras”), se insinua que nós, pastores evangélicos, somos agentes do diabo, por pregarmos que:

a) a alma sobrevive à morte do corpo;

b)os homens que se perderem, o diabo, e os demônios serão atormentados eternamente. É esse alimento estragado que as ovelhas recebem, quando um pastor evangélico, que ainda não saiba o quanto o Adventismo é perigoso, permite, às vezes até por escrito, que esses lobos invadam seus apriscos e devorem as ovelhas que o sumo Pastor pôs sob o cajado que Ele lhes confiou.

        Essa estratégia “missionária” dos adventistas, além de não ser dispendiosa (nós os pagamos para que nos “evangelizem”), é altamente rentável, visto que desse modo a editora deles fatura alto sobre nós.

 

Segunda Prova

        Na Revista Adventista de abril/98, os adventistas são aconselhados a não dizer que eles são o único povo que tem a verdade, bem como a única e verdadeira Igreja, caso haja não adventista por perto. Atentemos para o fato de que não se proíbe dizer isso, mas tão-somente sugere que se evite expressar assim, na presença dos que não são adventistas.

 

Terceira Prova

       O grande apologista Aldo Menezes, referindo-se ao “pastor” Alejandro Bullón, disse:

“Quem ouve seus sermões cristológicos pensa tratar-se de um adventista diferente, que prega exclusivamente a Cristo, e não a guarda da lei e de um descanso sabático.

Mas a coisa não é bem assim. Numa entrevista à Revista Adventista (janeiro/97), p.17, perguntou-se a Bullón:

‘Parece que a comunidade evangélica tem sido mais tolerante com a Igreja Adventista. Mudou a Igreja, ou mudaram as pessos?’

Ele respondeu: ‘A Igreja não mudou, a doutrina não mudou. Mudou a ênfase que damos à mensagem. Antes, fomos ensinados a destacar os resultados da salvação. Hoje, a ênfase está na causa da salvação que é Cristo. Quando pregamos a Cristo e o evangelho, naturalmente, os evangélicos abrem o coração à nossa mensagem’.

Sua resposta é reveladora: Antes, enfatizavam o resultado da salvação, que segundo a literatura adventista inclui a guarda do sábado e o reconhecimento do ‘espírito de profecia’ na pessoa de Ellen White etc.. Hoje, enfatizam o Salvador, deixando o ‘resultado da salvação’ para depois. Com isso ficou mais fácil atrair o coração dos evangélicos para a ‘mensagem adventista’ ” (Agir Notícias, órgão oficial da AGIR__Agência de Investigações Religiosas__ Ano II, número 6, maio/junho de 1998, página 1. Grifo nosso.).

Você captou a mensagem? A estratégia atual é fazer com que pensemos que eles são iguais a nós e assim nos atrair à seita deles para depois nos intoxicar com suas heresias.

        Relembramos que o “pastor” Alejandro disse que A questão não é simplesmente se posso ou não posso comer carne de porco, se devo ou não devo guardar o domingo...O assunto é muito sério. È uma questão de vida ou morte, de salvação ou perdição...” (Assim Diz o Senhor, Lourenço Gonzalez, página 5, supracitado).

 

Quarta Prova

       Um cantor adventista, cujo nome omitiremos por não termos gravado sua declaração, após ser por nós encurralado, nos disse:

“Todo pastor que não prega as doutrinas bíblicas pregadas pelo Adventismo do 7º Dia, é, das duas, uma: Ou um mal informado ou um obstinado, visto que doutro modo, ele seria adventista”.

Esse lobo anda por aí, se infiltrando entre nós, no intuito de abocanhar uma ovelhinha desprevenida. Esse “malabarista”, por não saber onde este autor congrega, se oferecera a um de nossos diáconos para cantar na nossa igreja. O que ele pretende com isso, já que ele nos considera como falsos profetas? Converter-nos ao Adventismo, é a resposta.

 

Quinta Prova

        Com quem os atuais adventistas aprenderam esse vergonhoso proselitismo? Com a senhora Ellen White, é a resposta franca e sincera. Eis a prova:

        “Temos uma obra a fazer por ministros de outras igrejas. Deus quer que eles se salvem.

        Nossos ministros devem buscar aproximar-se dos ministros de outras denominações” (Testemunhos Seletos, Volume II, 2ª edição de 1956, página 386).

        Esse malabarismo dos adventistas os torna mais perigosos do que os testemunhas de Jeová, os mórmons e outros. É que estes batem de frente conosco, tachando-nos de falsos profetas na cara.

Mas os adventistas, embora pensem assim também, não nos dizem isso nos primeiros contatos, a fim de não espantarem a presa. Essas estratégias têm funcionado, pois é grande o número de evangélicos que se deixam levar, ora afirmando que os adventistas são evangélicos, ora até mesmo se filiando a essa agremiação herética, o que demonstra ter um fundo de verdade o seguinte provérbio: “Que Deus me defenda dos meus amigos, porque dos meus inimigos me defendo eu”.

 

Sexta Prova

       Outra estratégia proselitista dos adventistas consiste em oferecer às igrejas evangélicas palestras sobre dependência química, prevenção às drogas, Medicina Natural etc.. Usam esses temas não religiosos para se infiltrar entre nós, conquistar nossa simpatia e injetar o veneno. Não aceite essa “ajuda” do Inimigo. É preferível convidar um ateu, a ouvir esses proselitistas.

 

Vigie, ó irmão!

       Atentemos com mais diligência para a Palavra do Senhor que nos adverte: “Acautelai-vos... dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores” (Mt. 7.15).

Na opinião deste autor, de todos os lobos, os que melhor se vestem como ovelhas são os adventistas. É que eles pregam tudo quanto nós pregamos, mais alguma coisa. E é aí que mora o perigo. São como os gálatas, os quais, além de crer que Jesus é o Salvador, criam paralelamente que a circuncisão, a guarda do sábado e outros preceitos da Lei, eram imprescindíveis à salvação, como já demonstramos em outros artigos aqui[ http://firmefundamento.comunidades.net/index.php?pagina=1628162407 ].


O Adventismo é Hipócrita e Sofismático

        Embora já tenhamos provado que hipocrisia e sofisma são a marca registrada do Adventismo, queira ver mais este exemplo:

O “pastor” adventista Marcos de Benedicto, queixando-se dos que, segundo ele, preconceituosamente consideram que a sua “igreja” é uma seita, se defendeu dizendo que, como todas as igrejas protestantes, o Adventismo se firma somente na graça, na fé em Cristo e nas Escrituras Sagradasa Bíblia. [4] Aqui, porém, podemos detectar dois sofismas:

1º) Marcos de Benedicto faltou com a verdade, pois, como já vimos, o Adventismo do Sétimo Dia não se firma só na Bíblia, visto sustentar que os livros de Ellen White não são menos inspirados do que a Bíblia Sagrada.

2º) Dizendo o “pastor” Marcos de Benedicto que o Adventismo se firma nos pilares do movimento evangélico__só graça, só fé, só Cristo, só Bíblia__faz parecer aos desavisados que eles crêem que a sua “igreja” é apenas mais uma, quando já vimos que o Adventismo se apresenta como a única Igreja verdadeira. Assim se pode ver que Marcos de Benedicto é um autêntico representante do movimento hipócrita, do qual ele é parte integrante. Sim, leitor, essa jogada é de praxe no Adventismo do Sétimo Dia! Cuidado! (I Pe 5.8).


O Adventismo Profana e Subestima o Sangue de Jesus. 


 

Ellen White, a papisa do Adventismo, registrou heresias de perdição, como a que se segue: “...

Satanás, autor do pecado, sobre quem os pecados dos verdadeiros penitentes serão finalmente colocados...” [5] (grifo nosso).

Ora, essa declaração faz do Diabo co-redentor dos cristãos, apesar dos adventistas afirmarem que estamos interpretando mal. Sim, porque se as palavras dizem alguma coisa, foi isso que Ellen White disse.

Veja o leitor que ela afirmou que são os pecados dos verdadeiros penitentes que serão colocados sobre Satanás; assim fica claro que ela não estava querendo dizer o que muitos adventistas pensam, a saber: “Que o Diabo vai ter que responder por tudo de errado que ele fez, inclusive por nos haver induzido ao pecado”. Não! Não pode porque, nesse caso, os pecados de TODOS (e não somente dos verdadeiros penitentes) seriam lançados sobre ele. Claro, um sofismático tem que responder diante de Deus, por todas as pessoas que ele conseguiu ludibriar, tendo tais pessoas mais tarde se livrado ou não de seus enganos.

 

        O que levou os adventistas à conclusão acima é o fato de Lv. 16.15-28 nos falar de dois bodes, os quais, segundo a Lei de Moisés, eram apresentados ao Senhor para expiação do pecado; o primeiro bode era sacrificado, mas o segundo enviado ao deserto e abandonado à sua própria sorte (este era chamado de bode emissário).

Os adventistas concluíram, então, que o bode emissário tipificava Satanás e daí deduziram que o Diabo será lançado no lago de fogo onde sofrerá até ser extinto. Crêem os adventistas que os pecados dos verdadeiros cristãos serão lançados sobre Satanás e que, portanto, ele arrostará com as nossas iniqüidades lá no inferno.

Mas eles necessitam atentar para o fato de que o referido bode era apresentado perante o Senhor para expiação do pecado. Logo, esta interpretação dos adventistas está errada por duas razões:

 

1ª) Diminui a eficácia do sangue de Jesus, dando-lhe um coadjuvante. Saibam os adventistas, uma vez por todas, que os pecados dos verdadeiros penitentes não serão lançados sobre o Diabo, pois já foram lançados sobre Cristo, na cruz do calvário (I Pe. 2.24);

 

2ª) Faz de Satanás co-redentor da humanidade juntamente com Cristo. Sim, porque se o bode emissário que, segundo a Bíblia, era apresentado a Deus para expiação do pecado, tipifica Satanás no fogo do inferno, arrostando com os nossos pecados, a conclusão óbvia é que o Diabo fará por si mesmo a expiação dos nossos pecados, quando arrostar com os mesmos no lago de fogo. Esse ensino é, de fato, uma estarrecedora blasfêmia e faz sim, do diabo, o salvador dos verdadeiros cristãos.

 

    Cremos que o Diabo terá que responder por tudo de errado que ele fez, faz e fará, inclusive por ter tentado cada ser humano, porém, não será para expiação do pecado; e, sendo assim, ele não é o antítipo do bode emissário, considerando que o cerimonial que o envolvia era para expiação do pecado. Os dois bodes tipificavam os dois lados do sacrifício de Jesus: quita para com Deus o pecador que arrependido crê, e afasta o pecado para mui longe (Sl. 103.12).

 

 

 

EPÍLOGO

 

        encontramos muitos “adventistas” de cuja salvação não podemos duvidar. Não há um único adventista salvo. Mas há “adventistas” que não são adventistas de fato, pois não crêem na infalibilidade das obras literárias de Ellen G. White; que Jesus é o Arcanjo Miguel; que Jesus é portador da natureza pecaminosa; que os nossos pecados serão postos sobre Satanás; que em 1.844 iniciou a purificação do santuário celestial, ou o Juízo Investigativo, bem como não se prendem à guarda do sábado, nem tampouco ao cardápio judaico de Lv. 11, e outras práticas judaizantes que caracterizam o Adventismo. E, sobretudo, não são hipócritas.

Sim, há adventistas e “adventistas”. Há até adventistas que empreendem abrir os olhos aos seus correligionários, mostrando-lhes pela Bíblia, os erros nos quais laboram.

 

Damos aos adventistas que já enxergaram que o Adventismo é falso, os seguintes conselhos:

 

1º.)    Mostre aos seus correligionários a verdade que você descobriu;

 

2º.)    Pare de contribuir com dízimos e ofertas para manutenção dessa seita; dê suas contribuições financeiras a um trabalho sério;

 

3º.)    Saia dessa “igreja” e vincule-se a uma igreja realmente evangélica, isto é, a uma igreja que tenha a Bíblia como sua única regra de fé e prática e que não subestime o precioso sangue de Jesus (Ap. 18.4; Hb. 10.29; II Co. 6.17,18). Não alimente a falsa idéia de mudar a “Igreja” Adventista. Tente mudá-la fora dela. A primeira pessoa que você precisa tirar do Adventismo é você.

 

        Que os adventistas não nos considerem como inimigos por causa destas linhas (Gl. 4.16), pois as mesmas não têm por finalidade ridicularizá-los, mas, sim, despertá-los para a realidade de que estão sendo enganados por Satanás.

Como o Apóstolo Paulo se dirigiu aos gálatas, nos dirigimos aos adventistas, pois estes também estão separados de Cristo e caídos da graça (Gl. 5.4). E o motivo pelo qual estão nesse precário estado, é o mesmo que vitimou os gálatas: não confiam só no sangue de Jesus. Consideram-no necessário, porém, insuficiente.

Aliás, a situação dos adventistas é mais grave do que a dos gálatas. Estes estavam (segundo afirmou Paulo em Gl. 5.4) separados de Cristo e caídos da graça porque confiavam em Cristo e na Lei de Moisés. Mas aqueles confiam em Cristo, na Lei de Moisés e no sacrifício expiatório que será efetuado na pessoa do Diabo, o qual só será extinto após pagar tintim por tintim pelos pecados dos verdadeiros penitentes (segundo os adventistas).

 

        Ó prezados adventistas! como amo a todos vocês! Como aspiro encontrá-los na Glória Celestial! Seguremos juntos, portanto, com as duas mãos, a salvação pela graça por meio da fé (Ef. 2.8,9). Que o Espírito Santo abra os olhos do nosso entendimento para enxergarmos a sã doutrina e distingui-la daquilo que apenas aparenta sê-lo!

 

                                                Amém

 

 

 

Obrigado por você nos ter dado a honra de ler este artigo.

 

 

 








NOTAS CITADAS NESTE ARTIGO: 

(1)     A Orientação Profética do Movimento Adventista, pág. 108;

(2)     Existem Anjos Bons e Maus (folheto), CPB, Casa Publicadora Brasileira;

(3)     Revista Adventista, junho, julho e setembro/96;

(4)     Revista Vinde, setembro/97;

(5)     O Conflito dos Séculos, pg. 421.

 

BÍBLIOGRAFIA DESTE E DE OUTROS ARTIGOS NESTE SITE 

I. Obras Evangélicas

1) ALMEIDA, Abraão de. O Sábado, A Lei e A Graça. CPAD. Casa Publicadora das Assembléias de Deus.

2) ARAÚJO, Ubaldo Torres de. O Adventismo.

3) CABRAL, J. Religiões, Seitas e Heresias. Universal Produções.

4) Defesa da Fé (Revista editada pelo ICP, Instituto Cristão de Pesquisas; vários exemplares).

5) Desafio das Seitas (Jornal editado pelo CPR, Centro de Pesquisas Religiosas; vários exemplares).

6) OLIVEIRA, Raimundo F. de. Como Estudar e Interpretar a Bíblia. CPAD

7) OLIVEIRA, Raimundo F. de. Seitas e Heresias, Um Sinal dos Tempos.

8) PAXTON, Geoffrey F. O Abalo do Adventismo. JUERP

9)     REIS, Aníbal Pereira. Dos. A Guarda do Sábado. Caminhos de Damasco.

10) RINALDI, Natanael e ROMEIRO, Paulo. Desmascarando as Seitas.  CPAD.

11) Agir Alerta (Jornal editado pela AGIR, Agência de Informações Religiosas; vários exemplares).

12)Bíblia de Estudo Almeida. SBB_Sociedade Bíblica do Brasil

13)A Bíblia Vida Nova. Bíblia de estudo editada pela S.R. Edições Vida Nova

14) Bíblia de Estudo Pentecostal.__CPAD__Casa Publicadora das Assembléias de Deus

15)) Bíblia de estudo editada pela Edições Paulinas (editora católica)

16) Bíblia de estudo editada pelo CBC_Centro Bíblico Católico

17)               Série Apologética, Volume III, ICP_Instituto Cristão de Pesquisas_ edição de 2002

 

II. Livros do Adventismo

CHRISTIANINI, Arnaldo B. Radiografia do Jeovismo. CPB__Casa Publicadora Brasileira. Esta é a editora dos adventistas.

2) CHRISTIANINI, Arnaldo B. Subtileza do Erro. CPB.

3) Nisto Cremos. CPB.

4) WHITE, Ellen G. Fundamentos da Educação Cristã. CPB.

5) WHITE, Ellen G. Medicina e Salvação. CPB.

6) WHITE, Ellen G. O Conflito dos Séculos. CPB.

7) SILVA, Lourenço Gonzalez. “Assim Diz o Senhor”, produção independente, 1986.

 

 

 

 

SOBRE O AUTOR:

O Pastor Joel Santana leciona Heresiologia, Teologia Sistemática e História Eclesiástica emvários Seminários Teológicos no Rio de Janeiro_RJ.

 

prjoel@pastorjoel.com.br

 

Rio de Janeiro/RJ

 

Atualizado em abril de 2013